sexta-feira, 13 de julho de 2007

Ao cavaleiro vermelho, meu Pai.

Era cor de carmim a espada que ele carregava
Era sonho, era mistério, era um dom, só eu sabia
Um menino grande, um senhor bem novo, um santo e um louco

Era cor de carmim seu castelo na colina
Era pra lá que fugíamos, quando as verdades doíam
Uma vez você falou que nuca me deixaria

Eram cor de carmim sua capa e seu cajado
Era nas coisas mais puras que encontrávamos significado
Um dom jamais repassado: o de ser assim como você

Era cor de carmim o sangue naquela montanha
Era sua ultima campanha, eu era sua "escudeira"
Uma ultima vez e a primeira que não pude fazer nada

Era pra eu ser perdoada.

Um comentário:

seibarauskas disse...

continuas a me surpreeder, heim brava cavaleira...quando penso q tuas poesias nao podem ficar mais emotivas...leio-as e mal consigo enchergar por conter as lagrimas...sera q sou ema??? (quebrando o clima da mensagem como diria a carol ^___~) mas cada poesia na qual vc adiciona um sentimento unico e uma nova filosofia inunda o leitor de expectativas...gostaria de aprender essa magia \o/...