quarta-feira, 27 de junho de 2007
' fuga para o Vau( ou seja corrida para se jogar na agua raza e fria sem ganhar nada)
Ceder, ceder, ceder
Se afogar nestes escombros
Até a alma afundar
Isso já tá ficando chato
Sem raiz
Sem teto
Tem sempre uma musiquinha
Ela nunca quer dizer nada
Fica remoendo a mesma besteira
Correr, corre, correr
Quebrar todas as pedras
Em todas as barreiras
Isso já ficou muito dolorido
Sem cura
Sem começo
Tem sempre uma história parecida
mas que nunca tem semelhança
São só tentativas de consolo mal sucedidas
...
Se afogar nestes escombros
Até a alma afundar
Isso já tá ficando chato
Sem raiz
Sem teto
Tem sempre uma musiquinha
Ela nunca quer dizer nada
Fica remoendo a mesma besteira
Correr, corre, correr
Quebrar todas as pedras
Em todas as barreiras
Isso já ficou muito dolorido
Sem cura
Sem começo
Tem sempre uma história parecida
mas que nunca tem semelhança
São só tentativas de consolo mal sucedidas
...
"Sobre os raios de Sol"
Parece fácil dizer que eles esquentam
Não quando é dessa terra que nós falamos
Os raios de sol queimam
Numa tarde de inverno
O único lugar
Em cima do telhado
Eles são responsáveis por danos terríveis
No meio daquela rua
Todos aqueles rostos
Nenhum movimento
E só aumentam o buraco da camada
Uma cor ofuscante
O som estalado
Uma dor sem causa
Mas ainda assim mantém a vida
Desejos que não se cruzam
Planos mal arquitetados
Muitas noites á travesseiro
...
Não quando é dessa terra que nós falamos
Os raios de sol queimam
Numa tarde de inverno
O único lugar
Em cima do telhado
Eles são responsáveis por danos terríveis
No meio daquela rua
Todos aqueles rostos
Nenhum movimento
E só aumentam o buraco da camada
Uma cor ofuscante
O som estalado
Uma dor sem causa
Mas ainda assim mantém a vida
Desejos que não se cruzam
Planos mal arquitetados
Muitas noites á travesseiro
...
quarta-feira, 6 de junho de 2007
"Ir aos bosques"
Da vida de de enquanto vivermos
Quero encontrar-me na essência
Abrir rasgos profundos
Ferir a alma como fogo
Da vida e de enquanto vivermos
Quero me despojar do silencio
Quero sangrar todo o medo
Quero cortar as cordas
Da vida e de enquanto vivermos
Vou descer aos bosques
Caminhar até a nascente
E beber toda a verdade
À Camões
À Toureau
Quero encontrar-me na essência
Abrir rasgos profundos
Ferir a alma como fogo
Da vida e de enquanto vivermos
Quero me despojar do silencio
Quero sangrar todo o medo
Quero cortar as cordas
Da vida e de enquanto vivermos
Vou descer aos bosques
Caminhar até a nascente
E beber toda a verdade
À Camões
À Toureau
" A continuação, enquanto há tempo"
{1}
Fim... de novo...e novo
Cof, cof chama a Morte
Olhos arregalados
soluços incessantes
Toc, toc batem á porta
Saco de soro
Seringa, calmante
Ela vem caminhando
Insolente, doce, bem vinda
Destas paragens é a rainha
Seus passos atormentam a lua
Seus comensais sentinelam os quartos
Seus suspiros embalam as vidas
Clap, clap batem palmas
Frio cortante
Sonhos gelados
Plic, plic rolam lágrimas
Os nossos Filhos
Os nossos Pais
{2}
Os Eles
Eles vendem quando dão
O pagamento são orações e penitencias
O pagamento é a fé cega
Nós compramos quando eles vendem
Compramos a certeza
Compramos as ilusões em papel brilhante
O resto de tudo isso perdura
Como feridas que não cicatrizam
Como uma dor que santifica.
À Pessoa.
Fim... de novo...e novo
Cof, cof chama a Morte
Olhos arregalados
soluços incessantes
Toc, toc batem á porta
Saco de soro
Seringa, calmante
Ela vem caminhando
Insolente, doce, bem vinda
Destas paragens é a rainha
Seus passos atormentam a lua
Seus comensais sentinelam os quartos
Seus suspiros embalam as vidas
Clap, clap batem palmas
Frio cortante
Sonhos gelados
Plic, plic rolam lágrimas
Os nossos Filhos
Os nossos Pais
{2}
Os Eles
Eles vendem quando dão
O pagamento são orações e penitencias
O pagamento é a fé cega
Nós compramos quando eles vendem
Compramos a certeza
Compramos as ilusões em papel brilhante
O resto de tudo isso perdura
Como feridas que não cicatrizam
Como uma dor que santifica.
À Pessoa.
"Uma pequena parte dos inteiros dias de agora"
{1}
Ambulâncias
Branco, preto, amarelo
As sirenes ligadas
Soldados de um mesmo destino
Branco, preto, amarelo
Cores que se fundem
Num turbilhão
Barulho, sangue, destino
Homens que se fundem
No rompante de um segundo
Para selar nosso destino
Á Eles.
{2}
A geração dos 3 zeros
Eu perdi o raciocínio!
É engraçado o que a gente aprende
São pelo menos 13 anos de TV
Quanta mentira meu amor, quanta!
Traição, julgamento e culpa
E uma vontade enorme de ser assim
Isso já foi previsto
Os irmãos de grande irmão
Crianças más e medonhas
Personalidade defeituosa
Carater indefinido
Esperança anestesiada
"Os filhos da Televisão
Mente vazia
Pipoca na mão"
Ás conversas com Pedro ( e á geração perdida dos meus primos)
Ambulâncias
Branco, preto, amarelo
As sirenes ligadas
Soldados de um mesmo destino
Branco, preto, amarelo
Cores que se fundem
Num turbilhão
Barulho, sangue, destino
Homens que se fundem
No rompante de um segundo
Para selar nosso destino
Á Eles.
{2}
A geração dos 3 zeros
Eu perdi o raciocínio!
É engraçado o que a gente aprende
São pelo menos 13 anos de TV
Quanta mentira meu amor, quanta!
Traição, julgamento e culpa
E uma vontade enorme de ser assim
Isso já foi previsto
Os irmãos de grande irmão
Crianças más e medonhas
Personalidade defeituosa
Carater indefinido
Esperança anestesiada
"Os filhos da Televisão
Mente vazia
Pipoca na mão"
Ás conversas com Pedro ( e á geração perdida dos meus primos)
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